Programa
3
O
encontro com o boto cor-de-rosa
O
programa se passa em Barcelos, pequena cidade às margens
do Rio Negro. Os atrativos da região são muitos
e no município fica o maior arquipélago fluvial
do mundo, Mariuá, com mais de 1.200 ilhas.
Em
Barcelos, o foco das nossas atenções foi a vida
do ribeirinho, o caboclo. É ele o intermediário
entre dois mundos: o homem da floresta e o homem tecnológico,
das cidades.
Esse
episódio é o mais belo e contemplativo para
nossa turma. Após o "choque" do contato com a selva,
o grupo teve em Barcelos a experiência de conhecer o
cotidiano da comunidade, onde o ritmo da vida é dado
pelo rio.
Nessa
pequena cidade, assim como em quase todas as outras da região
amazônica as populações vivem "sobre as
águas". E, isso está "impresso" no programa,
os longos trajetos de barco pelo rio.
Momento
especial
A grande sensação do programa é o encontro
fortuito da equipe com um casal de botos cor-de-rosa, uma
das buscas de Jacques Cousteau, na sua expedição
pela Amazônia.
Esse
cetáceo que habita os rios e lagos amazônicos
tem comportamento semelhante ao golfinho, aproximando-se aos
pares das embarcações em movimento. A lenda
do boto rosa é uma das mais populares da região.
Acredita-se que o boto transforma-se num belo rapaz que seduz
as moças.
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