Os
primeiros contatos
O
povo Xavante foi contatado na década de 40 após
anos de conflitos com as frentes desbravadoras do Centro-Oeste
brasileiro.
A
história desse contato foi amplamente documentado por
revistas da época, como O Cruzeiro e pelo Serviço
de Proteção do Índio, resultando em um
acervo riquíssimo de fotografias em preto e branco.
50
anos após o contato, o povo Xavante vive ainda nas
aldeias originais, preservando sua cultura e o que resta do
complexo eco-sistema do cerrado nessa região do pais
que foi devastada pela monocultura e pecuária.
Em
especial, a aldeia Pimentel Barbosa - a aldeia-mãe
do povo Xavante - onde chegaram os brancos há meio
século, preserva sua tradição e busca
hoje caminhos para recuperação e proteção
de seu território e também para a convivência
com os "waruzu" (estrangeiros).
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