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Sara
Baras
A companhia representa o Novo Flamenco, que dispensa o uso
do figurino tradicional, penetas e castanholas. Ousa nas performances
de danças tipicamente masculinas, como a Farruca e
aposta nas inovações da dança contemporânea
flamenca.
Cada
espetáculo, um novidade. Sempre terminando com a Buleria,
uma tradição cigana da roda improvisada no meio
do placo, sem som, sem nada, onde os bailarinos brincam como
crianças. Pelas ruas, no lobby do hotel, em restaurantes,
em todos os lugares, eles cantam, dançam, sapateiam,
batem palmas. O ritmo está no sangue.
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